I. A Revolução Digital

O mundo vive sob a Terceira Revolução Industrial – a Revolução Tecnológica ou Digital –, iniciada nas décadas finais do século XX e que se caracteriza pela massificação dos computadores pessoais, pelos telefones inteligentes e, muito notadamente, pela Internet, conectando bilhões de pessoas em todo o planeta. A Internet revolucionou o mundo da comunicação social e interpessoal, ampliando de maneira exponencial o acesso à informação, ao conhecimento e à esfera pública. Nos dias de hoje, qualquer pessoa pode expressar suas ideias, opiniões e divulgar fatos em escala global.

Anteriormente à internet, a difusão de notícias e de opiniões dependia, em grande medida, da imprensa profissional. Cabia a ela apurar fatos, divulgar informações e filtrar opiniões pelos critérios da ética jornalista. A internet, com o surgimento de sites, blogs pessoais e, sobretudo, das mídias sociais possibilitou a ampla divulgação e circulação de ideias, opiniões e informações sem qualquer filtro. A consequência negativa, porém, foi que também permitiu a difusão da ignorância, da mentira e a prática de crimes de natureza diversa.

II.Ascensão das mídias sociais*

Uma das mais significativas implicações da Revolução Digital foi o surgimento das mídias sociais e dos aplicativos de mensagem. O Facebook tem mais de 3 bilhões de contas. O YouTube mais de 2,5 bilhões. No Brasil, de acordo com pesquisa do Congresso Nacional, 79% da população tem o Whatsapp como principal fonte de informação. A televisão vem em um distante segundo lugar, com 50%. Veículos impressos, que vivem uma crise no seu modelo de negócios, são utilizados por apenas 8%. O peso crescente das plataformas tecnológicas em todo o planeta e os muitos riscos que podem advir do seu uso abusivo têm levado a maior parte das democracias do mundo a debaterem a melhor forma de regulação para elas. No Brasil, já há projeto de lei aprovado no Senado Federal e em debate na Câmara dos Deputados.

É interessante observar que, no início, cultivou-se a crença de que a Internet deveria ser um espaço “aberto, livre e não regulado’, mas essa percepção se desfez inteiramente. Existe consenso hoje da necessidade de regulação em planos diferentes: a) econômico, para impedir a dominação de mercados, proteger direitos autorais e estabelecer tributação justa; b) privacidade, para impedir o uso indevido das informações acumuladas pelas plataformas tecnológicas acerca das pessoas que ali navegam; e c) controle de comportamentos e de conteúdos, de modo a encontrar o ponto adequado de equilíbrio entre a liberdade de expressão e a repressão a condutas ilegais. Esse último ponto é o que interessa para fins da presente reflexão.

 III. Regulação das mídias sociais

A regulação das mídias sociais deve procurar coibir: a) os comportamentos inautênticos, que envolvem o uso de sistemas automatizados – robôs ou bots –, perfis falsos ou pessoas contratadas – trolls – para forjar engajamento e/ou afogar manifestações de terceiros; b) os conteúdos ilícitos, que incluem terrorismo, abuso sexual infantil, incitação ao crime e à violência, discursos de ódio ou discriminatórios, ataques antidemocráticos, compartilhamento não consentido de imagens íntimas (revenge porn) etc.; e c) a desinformação, que consiste na criação ou difusão deliberada de notícias falsas, geralmente com o propósito de obtenção de proveito próprio – político, econômico, pessoal –, causando dano a outras pessoas.

Dentro de uma moldura legal básica estabelecida pelo Estado, o ideal é a autorregulação pelas próprias plataformas, minimizando a ingerência do Poder Público. Porém, após as democracias haverem superado a censura estatal à liberdade de expressão, não se deseja que ela seja substituída pela censura privada. Por essa razão, quando estiverem moderando conteúdo com base nos seus termos de uso, as plataformas devem ter deveres de transparência e isonomia, além de tornar claros os procedimentos que levaram à remoção de conteúdos.

IV.Ameaças à democracia e ataques ao processo eleitoral

A democracia brasileira viveu momentos graves nos últimos tempos. Alguns deles: a) comício na porta do quartel-general do Exército, com pedidos de intervenção das Forças Armadas no processo político; b) manifestações no dia 7 de setembro de 2021, com convocações ameaçadoras e intimidatórias contra as instituições e incitação à insubordinação das Polícias Militares; c) ameaças de invasão e fechamento do Congresso Nacional, do Supremo Tribunal Federal e de descumprimento de decisões judiciais; d) desfile de tanques na Praça dos Três Poderes; e) pedido de impeachment de Ministro do Supremo Tribunal Federal. O atraso rondou nossas vidas ameaçadoramente.  

A Justiça Eleitoral, que operacionaliza com integridade a democracia brasileira, sofreu ataques repetidos, com acusações falsas de fraude e ofensas a seus integrantes, num esforço de trazer descrédito para o processo político democrático. Por meses a fio, o país assistiu a uma absurda campanha que pregava a volta ao voto impresso, com contagem pública manual. De novo, uma aposta no atraso. Uma volta ao tempo de fraudes, em que urnas desapareciam, outras apareciam com mais votos do que eleitores e mapas eram manipulados em favor de gente desonesta. Felizmente, o Congresso Nacional, com altivez, rejeitou a mudança para pior, que trazia a suspeita de intenções sombrias de desrespeito ao resultado eleitoral.

A pior consequência de tudo isso, no entanto, foi que ao longo do ano o país teve que gastar imensa energia debatendo as questões erradas. Discutimos não retornar ao voto de papel, quando precisávamos estar refletindo, em matéria eleitoral, sobre: a) democratização dos partidos, que não podem ter donos ou comissões provisórias eternizadas; b) necessidade de mais mulheres nos órgãos dirigentes partidários; c) critérios objetivos e transparentes de distribuição do Fundo Eleitoral e de prestação de contas desse gasto de dinheiro público; d) violência política de gênero, com agressões físicas e morais às mulheres que têm a coragem de ingressar na política; e) o sistema eleitoral, que é excessivamente caro, tem problemas de baixa representatividade e que dificulta a governabilidade, em meio a outros temas.

Tudo em meio a déficits civilizatórios e cognitivos.

V. O combate à desinformação

Em múltiplas ocasiões, nos últimos tempos, o processo político foi dominado por discursos de ódio, campanhas de desinformação e teorias conspiratórias. Para o Tribunal Superior Eleitoral, no entanto, foi um período de profundo aprendizado e do desenvolvimento de novas capacidades para lidar com os problemas trazidos pelo uso desvirtuado das mídias sociais. As eleições de 2018 representaram uma mudança profunda nos padrões do processo eleitoral, tendo ficado marcadas pela migração das campanhas da televisão e do rádio para as redes sociais. A verdade é que nem a legislação nem a jurisprudência estavam preparadas para essa nova realidade.

Nas eleições de 2020, no entanto, muitas lições já haviam sido aprendidas e o Tribunal Superior Eleitoral se preparou para uma verdadeira guerra, em múltiplas frentes. De fato, foi preciso convencer as pessoas a irem votar em plena pandemia, elaborar um mega plano de segurança sanitária, com distribuição de equipamentos de segurança e, muito particularmente, preparar um grande programa de enfrentamento à desinformação. O programa se desenvolveu em três eixos: a) combater a informação falsa inundando o mercado com informação verdadeira; b) foco prioritário no controle de comportamentos inautênticos, e não no conteúdo das manifestações; e c) educação midiática, procurando conscientizar a sociedade acerca do problema. A batalha contra a desinformação que visava a tirar a credibilidade do processo eleitoral foi vencida – mas apenas provisoriamente.

A verdade é que a revolução digital e a ascensão das mídias sociais permitiram o aparecimento de verdadeiras milícias digitais, terroristas verbais que disseminam o ódio, mentiras, teorias conspiratórias e ataques às pessoas e à democracia. Alguns se apresentam como jornalistas, mas são traficantes de notícias falsas. Alguma coisa parece ter acontecido no mundo que subitamente liberou todos os demônios que viviam nas sombras. E, assim, saíram à luz do dia, sem cerimônia, os racistas, os fascistas, os homofóbicos, os misóginos, os desmatadores, os grileiros e supremacistas variados. É preciso enfrentá-los, lembrando da advertência de Nietzsche: “Quem luta com monstros deve cuidar para que no processo não se transforme em monstro”. Mas o mundo anda precisando, mesmo, é de um choque de humanismo, civilidade e iluminismo.

*Muitas das informações e ideias desse tópico e do próximo foram colhidas em Luna van Brussel Barroso, Liberdade de expressão e democracia na era digital. Belo Horizonte: Fórum, 2022 (no prelo).

El odio, la mentira y la democracia

I.La Revolución Digital

 El mundo vive bajo la Tercera Revolución Industrial – La Revolución Tecnológica o Digital –, iniciada en las décadas finales del siglo XX y que se caracteriza por la masificación de las computadoras personales, por los teléfonos inteligentes y, muy notablemente, por Internet, conectando a miles de personas en todo el planeta. La Internet ha revolucionado el mundo de la comunicación social e interpersonal, por lo que amplía de manera exponencial el acceso a la información, al conocimiento y a la esfera pública. Hoy por hoy, cualquier persona puede plantear sus ideas, opiniones y difundir hechos en escala global.

Con anterioridad a la internet, la diseminación de noticias y de opiniones dependía, en gran medida, de la prensa profesional. Así que le correspondía averiguar los hechos, divulgar la información y filtrar opiniones según los criterios de la ética periodística. La internet, con la aparición de los sitios web, blogs personales y, sobre todo, de los medios sociales han permitido la amplia difusión y circulación de ideas, opiniones e información sin ningún filtro. La consecuencia negativa, no obstante, fue que asimismo ha permitido la propagación de la ignorancia, de la mentira y de la práctica de delitos de naturaleza diversa.

II.Ascenso de los medios sociales*

Una de las implicaciones clave de la Revolución Digital ha sido el surgimiento de los medios sociales y de las aplicaciones de mensaje. El Facebook posee más de 3 mil millones de cuentas. El YouTube más de 2,5 mil millones. En Brasil, de acuerdo con el estudio del Congreso Nacional, el 79% de la población tiene a WhatsApp como su principal fuente de información. La televisión viene en un alejado segundo lugar, con el 50%. Vehículos impresos, que viven una crisis en su modelo de negocios, son utilizados por apenas el 8%. El peso creciente de las plataformas tecnológicas en todo el planeta y los numerosos riesgos que pueden acaecer de su uso abusivo han llevado la mayor parte de las democracias del mundo a debatir sobre la mejor forma de regulación para ellas. En Brasil, ya hay un proyecto de ley aprobado en el Senado Federal y en debate en la Cámara de Diputados.

Es primordial observar que, al principio, se ha cultivado la creencia de que la Internet debería ser un espacio «abierto, libre y no regulado», empero dicha percepción se deshizo por completo. Hoy existe el consenso acerca de la necesidad de regulación en diferentes planes: a) económico, para impedir la dominación de mercados, proteger derechos de autor y establecer tributación justa; b) privacidad, para impedir el uso indebido de la información acumulada por las plataformas tecnológicas acerca de las personas que allí navegan; y c) control de comportamientos y de contenidos, con miras a encontrar el punto adecuado de equilibrio entre la libertad de expresión y la represión de conductas ilegales. Ese último tema es lo que importa a los efectos de la presente reflexión.

 III. Regulación de los medios sociales

La regulación de los medios sociales debe buscar cohibir: a) los comportamientos inauténticos, que conlleven el empleo de sistemas automatizados – robots o bots –, perfiles falsos o personas contratadas – trolls – para forjar compromiso y/o ahogar manifestaciones de terceros; b) los contenidos ilícitos, que incluyen terrorismo, abuso sexual infantil, incitación al delito y a la violencia, discursos de odio o discriminatorios, ataques antidemocráticos, difusión no consentida de imágenes íntimas (revenge porn) y demás; y c) la desinformación, que consiste en la creación o diseminación deliberada de noticias falsas, por lo general, con el fin de obtener beneficio propio – político, económico, personal –, causando daño a otras personas.

Dentro de un marco legal básico establecido por el Estado, lo idóneo es la autorregulación por parte de las propias plataformas, mitigando la injerencia del Poder Público. Por ende, una vez que las democracias hayan superado la censura estatal a la libertad de expresión, no se desea que ella sea reemplazada por la censura privada. Por esa razón, a la hora de moderar contenidos con base en sus términos de uso, las plataformas deben tener deberes de transparencia e isonomía, además de poner en claro los procedimientos que llevaron a la remoción de los contenidos. 

IV.Amenazas a la democracia y ataques al proceso electoral

La democracia brasileña ha vivido momentos graves en los últimos tiempos. Algunos de ellos: a) mitin frente al cuartel general del Ejército, con solicitudes de intervención de las Fuerzas Armadas en el proceso político; b) protestas el día 7 de septiembre de 2021, con llamamientos amenazadores e intimidatorios contra las instituciones e incitación a la insubordinación de los Policías Militares; c) amenazas de invasión y cierre del Congreso Nacional, del Supremo Tribunal Federal y de incumplimiento de decisiones judiciales; d) desfile de tanques en la Plaza de los Tres Poderes (Praça dos Três Poderes); e) petición de juicio político (impeachment) del  Ministro del Supremo Tribunal Federal. 

El atraso acechó nuestras vidas de forma amenazadora.  

 La Justicia Electoral, que opera la democracia brasileña con integridad, ha sufrido repetidos ataques, con acusaciones falsas de fraude y ofensas a sus miembros, en un esfuerzo de traer descrédito al proceso político democrático. A lo largo de algunos meses, el país asistió a una absurda campaña en la que predicaba la vuelta al voto impreso, con escrutinio público manual. De nuevo, una apuesta al atraso. Un regreso al tiempo de fraudes, en el que urnas desaparecían, otras aparecían con más votos que votantes y mapas eran manipulados en favor de gente deshonesta. Afortunadamente, el Congreso Nacional, con altivez, ha rechazado el cambio para peor, que traía la sospecha de intenciones sombrías de irrespeto al resultado electoral.

La peor consecuencia de todo eso, ahora bien, fue que a lo largo del año el país tuvo que derrochar mucha energía debatiendo las cuestiones equivocadas. Hemos discutido no volver al voto en papel, cuando se requería reflexionar, en materia electoral, sobre: a) la democratización de los partidos, que no pueden ser dueños o comisiones provisionales eternizadas; b) necesidad de más mujeres en los órganos dirigentes partidarios; c) criterios objetivos y transparentes para la distribución del Fondo Electoral y de rendición de cuentas de ese gasto de dinero público; d) violencia política de género, con agresiones físicas y morales a las mujeres que tienen el coraje de ingresar en la política; e) el sistema electoral, que es excesivamente caro, tiene problemas de baja representatividad y que obstaculiza la gobernabilidad, en medio a otros temas.

Todo en medio a déficits civilizadores y cognitivos.

 

V.El combate a la desinformación

En múltiples ocasiones, en los últimos tiempos, el proceso político estuvo dominado por discursos de odio, campañas de desinformación y teorías de la conspiración. Dicho lo cual, para el Tribunal Superior Electoral fue un período de profundo aprendizaje y de desarrollo de nuevas habilidades para hacer frente a los problemas que se produjo debido al uso desvirtuado de los medios de comunicación sociales. Las elecciones de 2018 representaron un cambio profundo en los estándares del proceso electoral, habiendo estado marcadas por la migración de las campañas de la televisión y de la radio para las redes sociales. La verdad es que ni la legislación ni la jurisprudencia estaban preparadas para esa nueva realidad.

En las elecciones de 2020, no obstante, muchas lecciones ya habían sido aprendidas y el Tribunal Superior Electoral se preparó para una verdadera guerra, en múltiples frentes. Así que, fue necesario convencer a la gente ir a votar en plena pandemia, elaborar un mega plan de seguridad sanitaria, con distribución de equipos de seguridad y, muy particularmente, preparar un gran programa de afrontamiento a la desinformación. Dicho programa se ha desarrollado en tres ejes: a) combatir la información falsa inundando el mercado con información verídica; b) enfoque prioritario en el control de comportamientos inauténticos, y no en el contenido de las manifestaciones; y c) educación mediática, en la que trata de concienciar a la sociedad acerca del problema. La batalla en contra de la desinformación cuyo objetivo era quitarle credibilidad al proceso electoral fue derrotada – pero apenas provisionalmente.

Lo cierto es que la revolución digital y el ascenso de los medios sociales han permitido la eclosión de verdaderas milicias digitales, terroristas verbales que difunden el odio, la mentira, las teorías de la conspiración, amén de ataques a la gente y a la democracia. Unos se presentan como periodistas, pero son traficantes de noticias falsas. Algo parece haber sucedido en el mundo que súbitamente liberó a todos los demonios que se albergaban en las sombras.  

Y, así, salieron a la luz del día, sin ceremonia, los racistas, los fascistas, los homofóbicos, los misóginos, los deforestadores, los acaparadores de tierra y supremacistas variados. Es necesario afrontarlos, recordando la advertencia de Nietzsche: «Quien lucha con monstruos debe cuidarse para que en el proceso no se convierta en monstruo». Mas el mundo anda necesitando, en realidad, es de un choque de humanismo, civilidad e iluminismo.

*Gran parte de la información e ideas de ese tema y del siguiente se han recopilado de: Luna van Brussel Barroso, Libertad de expresión y democracia en la era digital. Belo Horizonte: Foro, 2022 (en prensa).

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11 thoughts on “O ódio, a mentira e a democracia

  1. O Barroso é um criminoso. Esse é um manifesto criminoso. O Supremo Tribunal Federal do Brasil está infestado de criminosos que estão agindo na ilegalidade e impondo um regime ditatorial em nosso país. As manifestações populares que estão sendo tachadas como atos antidemocráticos, por esses marginais togados, são, na realidade, manifestações públicas legítimas de um povo que não suporta mais as ações ditatoriais e criminosas desses abutres malignos.

  2. O sr Luis Roberto Barroso, é uma pessoa que não aceita opinião diferente. Ele fica bravo quando alguém questiona qualquer ação dele.

    Por ser um ministro da suprema corte, ele se manifesta demais e fora dos autos.

    Como seria o julgamento dele para casos de pessoas declaradamente conservadoras?
    e os progressistas na mesma situação, teriam o mesmo julgamento? Ele se declararia impedido ou em suspeição nesses casos?

    Pois bem, o sr Luiz quer passar para o mundo a visão que ele tem, mas ele parte de premissas muito peculiares.

    III. Regulação das mídias sociais
    a) já foi provado na cpi das fake news que quem contratava engajamento falso era o partido do trabalhadores e ate hoje não conseguiram provar que foi Bolsonaro.
    b) parte do conteúdo ilícito, existe lei que descreve os crime e sua punições. Para fake news/desinformação não existe definição para isso, mas ele quer colocar tudo no mesmo cesto e igualar crimes tipificados com fake news.

    Quem seria contra combater fake news ?
    O problema é que o stf esta perseguindo pessoas conservadoras (jornalistas, youtubers, donas-de-casa, etc) por causa de sua opinião e questionamentos sobre o stf. Por terem opiniões que não são iguais a deles. mas eles querem imputar um crime (crime de opinião não existe) por pensarem diferente.

    O discurso de ódio só é combatido de um lado, somente contra pessoas que não são alinhadas com diretrizes progressistas. Em uma pesquisa rápida é fácil encontrar pessoas que jogariam futebol com a cabeça do Presidente da Republica, ou jornalistas incitando a sua morte. Contra isso não acontece nada. Mas se postar qualquer coisa contra o stf, é o fim do mundo.

    c) o próprio sr Luis já divulgou desinformação dizendo que as urnas nunca foram invadidas, ja foi provado e nada aconteceu.

    IV. Ameaças à democracia e ataques ao processo eleitoral
    a) quando a população não aceita mais os desmandos, começa a perder a esperança. Procuram outros meios para resolver problemas
    b) Manifestações livres, de pessoas que foram as ruas para gritar por liberdade e protestar contra os absurdos que alguns membros do stf tem produzido.
    d) Esse desfile ja estava marcado com meses de antecedencia, antes mesmo de saber se iria ter ou não sessão no congresso e qual seria o assunto principal naquele dia. Puro cho-rô-rô.
    e) Pedido de impeachment esta previsto em lei L.1079. Se o membro do stf não se comporta, nao respeita a propria constituição, esse processo de impeachment ja esta previsto. Esse processo depende do senado, que tem muitos senadores (advogados) com ações milionárias pendentes na suprema corte. Então ninguém acusa ninguem e fica tudo bem.

    A justiça eleitoral tem deixado muito a desejar. Há uma crescente desconfiança do processo eleitoral, dar urnas eletrônicas infalíveis e da contagem dos votos. As ações do TSE criam mais duvidas do que esclarecem.
    O Sr Luis na frente do TSE não suporta critica, e ao invés de corrigir falhas, ele acusa as criticas como ataques às instituições. Simplesmente inverte a situação para não esclarecer e resolver os problemas.

  3. O senhor não está a altura de ser Juiz da mais alta corte do Brasil. Não respeita a constituição, tenta implantar a todo custo a agenda 2030 e o progressismo. Faltou dizer no seu artigo da reunião que o senhor teve com líderes de partidos dias antes da votação do voto auditável ( e não impresso como propaga em seu artigo). O ato de 07/09/2021 foi DEMOCRÁTICO e PACÍFICO com pautas legitmas da população brasileira. O senhor está numa bolha digital e não pode andar na rua sozinho para realmente verificar o que o povo quer. Esse artigo não traduz nada o que o Brasil se tornou. Esse artigo é uma desculpa muito esfarrapada para antecipar qualquer ação inconstitucional (já em andamento) por parte da corte. O povo não é burro como o senhor pensa e algumas atitudes estão gravadas e serão desmascaradas muito brevemente.

  4. Lamentável esse artigo. Cheio de mentiras e informações que não retratam o que vem acontecendo no Brasil. O povo brasileiro odeia este ministro e a maioria daqueles que ocupam o STF como se fossem seu quartel general. Eles não tem coragem de sair às ruas e encarar a população pois usam do Supremo para favorecer interesses pessoais! Isso é uma vergonha! Esse senhor é um comunista mentiroso e dissimulado! Vergonha!

  5. O iluministro quer enganar a quem? Além de não respeitar a CF ainda escreve essas barbaridades! O sr já foi juiz alguma vez? Pq estão comprando material bélico? Vcs estão querendo se defender do povo? Vcs já sabem que são odiados pelo povo e eu particularmente sinto repulsa só de citar o nome. Sabemos o viés político de cada um e façam um favor deixem o presidente governar.
    Tenta explicar sr barroso, pq até os americanos sabem que as urnas serão fraudadas?

  6. O iluministro quer enganar a quem? Além de não respeitar a CF ainda escreve essas barbaridades! O sr já foi juiz alguma vez? Pq estão comprando material bélico? Vcs estão querendo se defender do povo? Vcs já sabem que são odiados pelo povo e eu particularmente sinto repulsa só de citar o nome. Sabemos o viés político de cada um e façam um favor deixem o presidente governar.
    Tenta explicar sr barroso, pq até os americanos sabem que as urnas serão fraudadas?

    Trocaram muitas palavras do meu texto…. bizarro

  7. O texto do ministro reflete com clareza uma realidade mundial, onde as mídias digitais dão voz a todos e todas. Percebemos que o discurso de ódio emerge de uma realidade de desrespeito ao outro, de falta de empatia, de manipulação e de um lugar de fala que sempre distorce o significado do ponto de vista do outro. Quando se «sobe o tom» para agredir o «outro», sem respeito ou o apuro da pesquisa, de estudos, da ciência serem levados em consideração, fica muito difícil qualquer senso.
    A comunicação já é bem difícil no mundo real, imagina no mundo virtual!!!
    Que possamos sempre ter senso analítico e crítico diante de todos estes movimentos que tem surgido, ou se exposto, para saber lidar melhor com este cenário, onde você tem que sempre lembrar que tem um ser humano do outro lado do tempo espaço.

  8. Este senhor fala em acusar quem faz usonde FakeNews? Este mesmo senhor veio a publico enaltecer um PEDÓFILO contumaz, João de Deus, mais de 50 anos de cadeia, seu amigo particular, como homem santo! Este mesmo “canalha”, quando advogado, defendeu e tentou inocentar o, depois extraditado, Cesare Baptisti, assassino confesso das crianças italianas, queimadas vivas! Pior!!! Com aquienscência de TODO O STF, acabaram de RETIRAR o nome de Luis Roberto Barroso (advogado) dos autos do processo digital, para tentar apagar essa mácula nociva, da vida deste juizinho!!! É esse o tipo de transparência que estes senhores togados porém imundos se valem para ter em mãos a corte maior dos brasileiros? Este senhor é afeito ao governo venezuelano, que persegue opositores e mata de fome o seu povo. E advinhem só, qual foi o segundo órgão a ser aarelhado politicamente, após o exército de lá? Sim! O Judiciário!!! Barroso, entrega essa toga e sai do Brasil! Este povo TE ODEIA! Pelas suas idéias nocivas ao direito e liberdade de expressão, tudo leva a crer, que em breve, estarão abrindo cartas do povo para censurar o que deve ou nãonser escrito de pais para filhos! NOSSO PAIS É LIVRE! E é direito a liberdade de expressão, sendo proibido o anonimato! Pede pra cuspir e sai, Barroso infeliz!

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